Carnaval da Matemática da UBM - Nº #04


Nesta quarta  edição do Carnaval da Matemática da UBM de 15 de Julho de 2011, apresentamos as sinopses dos artigos enviados pelos autores dos 5 blogs participantes. As sinopses estão ordenadas por data de envio. 


Autor: Francisco Valdir

De forma divertida, o autor faz uso de 3 alunos e um professor supondo uma situação em sala de aula, onde ensina os alunos a divisão fazendo uso de exemplos práticos usando o conceito da subtração.





O Computador de John von Newman
Autor: Pedro Roberto de Lima e Caroline Subirá Pereira 

Neste post, o autor tráz uma breve biografia muito interessante sobre o matemático John von Newman.

"Assustador. A qualidade mais extraordinária em von Neumann não era sua capacidade matemática, que era enorme, nem sua intuição e clareza, mas sim, a sua rapidez mental. Era extremamente rápido, extremamente, como um computador moderno que não perde tempo gravando, por exemplo, o logaritmo de 11 em sua memória, mas sim calcula-o toda vez que se torne necessário. John não se dava ao trabalho de memorizar fatos: achava os resultados instantaneamente. Caso não soubesse responder a uma pergunta, pensava durante três segundos e emitia a resposta."





Autor: Kleber Kilhian 

Neste post, o autor se propõe a calcular as velocidades desenvolvidas pela Terra em seu movimento de rotação e de translação.




A Velocidade Terminal de um Pára-Quedas
Autor: Prof. Paulo Sérgio

Neste post, o autor faz uso de Equações Diferenciais para demonstrar que a velocidade terminal de um pára-quedas é atingida poucos segundos após sua abertura.

Existem evidências de que Leonardo da Vinci fez projetos de um pára-quedas um pouco rudimentar mas que funcionou em testes recentes. O pára-quedas de da Vinci consisita em um quadrado com quatro pirâmides de pano espesso e em cujo centro (onde se cruzam as diagonais) se prendiam cordas que seguravam o corpo do paraquedista.




Autor: Matheus

Neste post, o autor nos mostra magnífica geometria dos focos de neve.

A geometria está particularmente presente, sobretudo em elementos que tendem a cristalizar, ainda que apenas por pouco tempo, por exemplo, ao caminhar numa estrada coberta de neve estamos, na verdade, caminhando no meio de um conjunto magnífico de formas geométricas.

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